Júri popular de padrasto é marcado para fevereiro

 

 

 Acusado de assassinar por asfixia a enteada de 10 meses em fevereiro de 2017, Luan Loch Carlota irá a júri popular em 15 de fevereiro em Braço do Norte, no Sul catarinense. Com 21 anos na época, o réu confessou o crime e disse que matou Mariah Della Giustina Gonçalves porque se irritou com o choro dela. A defesa de Luan declarou que prefere não se pronunciar sobre o caso até o julgamento.

 

Luan será julgado por homicídio, informou o Tribunal de Justiça. Desde o crime, ele está preso no Presídio Regional de Tubarão. A criança foi assassinada por volta das 10h30 de 25 de fevereiro, enquanto o padrasto cuidava dela em casa, no bairro Lado da União. A mãe estava trabalhando em um salão de beleza.

O júri ocorrerá no auditório da Câmara de Vereadores de Braço do Norte, a partir das 9h. O advogado de Luan, Hamilton José da Silva Junior, disse que prefere não comentar o caso até o julgamento.

 

Na época do crime, o delegado responsável pela investigação, William Cesar Sales, contou que o acusado relatou que a criança estava chorando muito e que ele não dormia havia algumas noites por causa disso, então ele cometeu o crime.

O IML (Instituto Médico Legal) apontou que a morte foi ocasionada por um bloqueio da respiração de forma externa, por conta das marcas de pressão que ficaram no rosto da vítima. O padrasto e a mãe da menina foram detidos no velório de Mariah poucas horas depois do crime. A mãe, porém, foi solta horas depois.

Bebe

Fonte: G1 SC

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